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...

por O Principezinho, em 06.05.16

Pedro vagueou pelas ruas durante horas. Sentia-se como se um torno lhe apertasse o peito. Mas no fundo ele sabia que havia momentos na vida em que as pessoas não tinham alternativa senão fazer o que estava certo. Seria muito mais excitante e divertido se pudessem fazer o que lhe apetecesse, no entanto, o mais certo era alguém acabar por se magoar.
Longe dali, Alice abriu o envelope almofadado e viu de imediato a embalagem do analgésico. As mãos começaram a tremer-lhe e sentiu que o chão lhe fugia dos pés. Por um lado, não queria ler a carta, por outro, tinha que acabar de uma vez por todas com aquele impasse.
Sentou-se na cama, desdobrou a carta e leu mentalmente:
“Querida Alice,

 

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