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...

por Daniela Barreira, em 04.04.15

Ela sorriu. O seu coração descansou, por ele não ser o dono da cabana, mas por outro lado manteve o bater forte, com a ideia de passar a noite com um desconhecido debaixo do mesmo tecto. Apesar de os seus olhos lhe terem dado a sensação que ele nunca lhe faria mal algum. E depois o seu sorriso deu-lhe a certeza.
- Parece que esta noite a cabana é nossa. - respondeu, ainda a sorrir.
Ele entrou, atrás dela. Olhou em redor. Um sofá, uma manta, uma lareira, acesa. Ao centro, uma mesa e dois bancos de madeira. E pouco mais. O que havia mais, ele nem viu. Deixou de ver o que quer que fosse, quando viu aquela janela. Mesmo por cima das suas cabeças, no tecto da cabana. Com vista privilegiada para o céu, com a lua a impor a sua presença, com as estrelas... Que céu aquele... Que vista aquela... Que lugar aquele... Que acolhedor, que mágico... Foi aqui que percebeu que ela o observava...

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