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...

por Daniela Barreira, em 13.12.15

Caminharam durante algumas horas, quase sempre em silêncio. Um silêncio de mistério, mas não pesado. Apaziguador, para ambos. Ele, à sua frente, tão envolvido e invadido por aquelas sensações como ela. Sempre que olhava para trás, para se assegurar que ela o seguia, queria segurá-la com a sua presença, assegurar-lhe abrigo com o seu olhar. E conseguia. Só ainda não sabia que o conseguia. Ou até sabia, conseguia senti-lo. E não sabia como, nem porquê.

Ela estava a começar a ficar cansada, caminhavam há horas, o sol estava quente, o chão não era plano... começava a sentir que precisava de uma pausa para descansar um pouco. Mas queria tanto encontrar um novo abrigo para esta noite, um onde pudesse tomar um banho quente ao final do dia... No meio destes pensamentos, ela interrompe o silêncio:

- Este homem que me guia, tem um nome?

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